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Empresários se mobilizam por uma agenda de competitividade tributária com mais compras dentro do estado

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Publicado em 23/10/20 13:08  -  Atualizado em  23/10/20 13:13

“Se o Rio de Janeiro comprasse do próprio estado, os problemas fluminenses estariam resolvidos”. Assim, Felipe Meier, presidente do Conselho Empresarial de Competitividade da Firjan, resumiu a situação do estado, que, apesar de ser forte economicamente, apresenta o pior saldo de balança comercial interestadual do país, com um déficit de R$ 67 bilhões, de acordo com dados do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Com o tema “Rio compra Rio: oportunidades para elevar a competitividade tributária da indústria fluminense”, a reunião on-line do Conselho, em 21/10, discutiu formas de incentivar que empresas locais privilegiem fornecedores do próprio estado. Os empresários decidiram se mobilizar, com o objetivo de apoiar os pleitos da indústria junto ao poder público.

Rodrigo Barreto, gerente Jurídico Tributário Firjan, apresentou as propostas que estão sendo debatidas com os associados para que, a partir de ampla escuta empresarial, se construa uma agenda nessa direção. A Firjan está trabalhando o tema, tanto com a Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz) quanto com a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

O setor produtivo acredita que o momento de fazer essas mudanças é agora. A reforma tributária, mesmo que seja aprovada, será implantada ao longo de 10 anos e, após esse prazo, não será mais possível falar em incentivos fiscais. “A reforma tributária abre a última janela para o estado do Rio. Com a aprovação da reforma e a tributação no destino, o melhor planejamento que o Rio pode fazer é atrair empresas”, frisou Barreto, lembrando que não há consumo se não houver emprego.

 
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